NaZanza 2019

Imersões Curatoriais

Início e fim do edital: 16/07/19 – 10/08/19

Início e fim da exposição: 07/12/19 – 22/02/20

Curadoria: Corpo docente e alunos do curso “Imersões Curatoriais”

Local: Galeria Aymoré

Exposição da Escola sem Sítio em parceria com a Galeria Aymoré

naZanza 2019

Sobre o resultado do edital

A Escola sem Sítio divulga a seleção dos artistas que participarão da primeira exposição realizada a partir do Edital NaZanza, em parceria com a Villa Aymoré. Agradecemos as mais de 130 inscrições recebidas!

Abaixo a lista dos selecionados:

1. Anna Corina
2. Antonio Gonzaga Amador e Jandir Jr.
3. Bruno Portella
4. Caio Pacela
5. Danielle Fonseca
6. Emilia Estrada
7. Gunga Guerra
8. Jonas Esteves
9. Juliana Morais
10. Lucas Salgado
11. Luiza Coimbra
12. Malu Pessoa Loab
13. Marcela Falci
14. Marcia Falcão
15. Mariana Magalhães
16. Mariana Paraizo
17. Otávio Barata
18. Reuber Marchezini
19. Roberto Muller
20. Rodrigo D’Alcantara
21. Sani Guerra
22. Stella Margarita
23. Teresa Stengel
24. Theo Deicidio
25. Tiago Saraiva
26. Vinicius Duque Estrada
27. Yoko Nishio

Todos os artistas selecionados serão comunicados por email, com as definições dos trabalhos, até o dia 30 de setembro.

 

Sobre a exposição

NaZanza é um edital criado pela Escola sem Sítio em parceria com a Villa Aymoré para exposição na Galeria Aymoré em Dezembro de 2019. A convocatória é aberta à artistas brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil há pelo menos 2 anos.

Na Zanza se refere ao ato de zanzar, de andar ao acaso, sem destino certo, perambular. Referência em línguas africanas indicam zanza como correspondente à ação de deslocar-se. Aqui, no contexto de um edital de artes visuais, a expressão pode ser entendida como um modo de existir em trânsito, abrindo redes de pertencimento, sem ancoragem. “Estar na zanza” como um conjunto de deslocamentos, sem direções definidas, de modo a cartografar modos contemporâneos de produção artística, em áreas já conhecidas e zonas ainda não habitadas. Na Zanza se propõe, então, a convocar artistas de modo a produzir um mapeamento possível, não definitivo, promovendo uma imagem desse contínuo movimento que é “estar junto”.

Escola Sem Sítio.