Quanto tempo tem o proprietário para devolver a caução da casa?

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Negociar uma casa para alugar na Polônia diz respeito a uma grande parte dos inquilinos. Os casa para alugar alugados são domínio de grandes cidades como Varsóvia , Wrocław , Cracóvia ou Gdańsk . Os preços de aluguel também são significativamente mais altos em comparação com o resto do país. Os estúdios são os mais caros para alugar por 1m2. Casa para alugar pequenos custam até PLN 2.000 apenas no aluguel.

O mesmo valor será gasto com a caução da casa para o locador, que pode ser uma das formas de garantia do imóvel alugado, à semelhança da apólice de habitação. O que é um depósito para alugar uma casa? A caução no casa para alugar para alugar nada mais é do que um colchão financeiro para o locador.

Se o inquilino, ou seja, o inquilino, causar danos durante o período de locação, o proprietário poderá cobrir os danos com o depósito de segurança. O dinheiro como parte do depósito permite proteger os interesses do proprietário da casa principalmente em duas situações: quando o inquilino causa danos à casa para alugar alugado, quando o inquilino não quer cumprir os termos do contrato e, por exemplo, renuncia antes do final do prazo.

Quanto é o depósito para alugar uma casa? O valor da caução para o proprietário da casa varia e depende de vários fatores, mas não pode ser arbitrário. Se a casa para alugar for reformado recentemente, o proprietário pode querer um depósito maior do que o padrão. E o padrão para o depósito é o equivalente a um mês de aluguel.

 

Conhecimento comprovado

Como parte da cooperação com o franqueador, o franqueado recebe know-how comprovado. Esta definição foi adotada pela Câmara de Comércio Internacional e define a totalidade do conhecimento profissional e experiência acumulada ao longo dos anos para um negócio específico. O contrato de know- how autoriza o franqueado a exercer certos direitos subjetivos. Tal acordo abrange o comércio de conhecimento técnico de natureza confidencial, só pode ser aplicado a bens intangíveis e não transfere direitos de propriedade. É uma espécie de acordo bilateral pago entre o franqueador e a imobiliária.

Imobiliária está em alta – Muitas pessoas que desejam iniciar seu próprio negócio não sabem qual setor será o mais benéfico. Um bom exemplo de negócio é uma franquia imobiliária. As agências imobiliárias são valorizadas pelo seu conhecimento profissional e experiência imobiliária. Seus serviços são usados voluntariamente por clientes individuais e imobiliária. Um bom agente imobiliário é capaz de vender ou comprar imóveis em nome do cliente mais rapidamente, muitas vezes a um preço mais atraente ou em melhores condições do que o cliente poderia negociar por conta própria. Além disso, o corretor de imóveis possui conhecimento profissional e sabe a quais questões deve se atentar na hora de realizar as transações.

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O que devo fazer para receber uma oferta de compra do meu apartamento a venda?

Tudo o que você precisa fazer é preencher um pequeno formulário na guia – Comprar um plano: No formulário, insira as informações básicas sobre o apartamento a venda e seus dados de contato. Você receberá uma oferta para comprar um apartamento a venda nosso dentro de 12 horas. Garantimos que em termos de rapidez na prestação de todo o atendimento e realização do processo de venda, somos inigualáveis. Toda a documentação necessária para o processo de compra e venda e escrituras notariais são mantidas em nossas propriedades online. Graças ao nosso escritório imobiliário será um comprador direto do seu apartamento a venda, você evitará um apartamento a venda de várias semanas.

Depois de nos relatar um dos métodos, levará apenas algumas horas para entrarmos em contato com você, você aprenderá a avaliação de sua propriedade online e todas as regras em apenas 12 horas, e todo o procedimento poderá ser concluído com sucesso após apenas alguns dias. Do momento da assinatura do contrato até o recebimento do equivalente em dinheiro ou transferência para sua conta, levará apenas um momento, pois sempre mantemos alguns dos recursos necessários em nossa imobiliária para tais ocasiões. Caso não pretenda concretizar toda a venda de uma só vez, oferecemos também pré-pagamentos, garantindo-lhe uma rápida injeção de dinheiro, e nós a assinatura inicial do contrato.

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Acordos verbais em locações: o custo da informalidade para o proprietário

Modelo de franquia imobiliária

Acordos verbais em locações: o custo da informalidade para o proprietário

A promessa de desburocratizar o aluguel através de um simples aperto de mão parece atraente na teoria. Proprietários, muitas vezes querendo evitar taxas de intermediação ou processos contratuais, acabam cedendo à pressa de colocar o inquilino no imóvel. Contudo, essa aparente agilidade frequentemente se converte em uma das maiores vulnerabilidades que um dono de imóvel pode enfrentar.

O erro mais comum é acreditar que a confiança mútua substitui o papel assinado. Juridicamente, a falta de um contrato escrito retira do proprietário a ferramenta principal de defesa em caso de descumprimento. Sem um instrumento que detalhe prazos, multas e condições de entrega, a palavra do proprietário passa a ter o mesmo peso da palavra do locatário perante um juiz. Em situações de disputa, a ausência de registros documentais transforma qualquer desentendimento em um impasse exaustivo e sem garantias de resolução célere.

Muitos proprietários confundem a flexibilidade com a isenção de riscos. Ao aceitar um inquilino sem formalizar um contrato, a aplicação de garantias — como caução, fiador ou seguro-fiança — torna-se extremamente complexa e, por vezes, ineficaz. Quando não há um documento que vincule o valor recebido à finalidade específica de garantia locatícia, esse montante pode ser questionado judicialmente como um pagamento simples ou até considerado indevido, expondo o patrimônio a perdas diretas que poderiam ser facilmente evitadas com a devida estruturação documental.

A manutenção de um imóvel exige clareza sobre quem responde pelos reparos. Em acordos verbais, é comum que a linha entre o desgaste natural do tempo e o mau uso pelo inquilino se torne turva. Sem um laudo de vistoria detalhado e um contrato que especifique as obrigações de conservação, o ônus da prova sempre recairá sobre quem detém o bem. O proprietário acaba assumindo custos de reparos que deveriam ser de responsabilidade do morador, simplesmente por não ter como exigir o cumprimento de uma obrigação que nunca foi formalmente pactuada.

Um dos maiores temores de quem aluga é a necessidade de retomar o imóvel por razões pessoais ou venda. Em contratos formais, a Lei do Inquilinato estabelece prazos claros para o despejo e o aviso prévio. No cenário informal, não existe uma data de término acordada, o que pode levar a interpretações errôneas sobre a natureza do vínculo, dificultando ou até impedindo a retomada do imóvel nos prazos desejados, deixando o proprietário de mãos atadas por meses ou anos.

A informalidade ignora que a vida segue e eventos imprevistos ocorrem. O falecimento de uma das partes em um acordo verbal cria um cenário de incerteza jurídica para os herdeiros. Sem um contrato que defina a sucessão das obrigações, os familiares do proprietário encontram dificuldades para encerrar a locação ou cobrar pendências financeiras. É um problema sucessório desnecessário que poderia ser mitigado com a simples formalização do vínculo ainda em vida.

Economizar tempo ou honorários ao evitar a formalização costuma ser uma falsa economia. O custo de um processo judicial para reaver um imóvel sem contrato é, invariavelmente, muito superior ao valor que seria investido na elaboração de um instrumento contratual robusto. O risco de insolvência do inquilino, combinado com a impossibilidade de executar cobranças sem lastro jurídico, torna a informalidade um terreno perigoso.

Antes de ceder à conveniência do momento, avalie que a segurança de um contrato escrito é o que mantém a relação locatícia dentro de parâmetros previsíveis. Qualquer omissão documental hoje pode se transformar em um ônus financeiro irreparável amanhã.

Escolhendo o andar ideal: conforto térmico versus custo de manutenção

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A escolha do andar em um edifício residencial vai muito além da preferência por vistas panorâmicas ou pela sensação de isolamento do movimento da rua. O posicionamento da unidade na prumada do prédio exerce influência direta no cotidiano, especialmente no que diz respeito ao consumo de energia para climatização e aos custos operacionais que acompanham a manutenção da estrutura ao longo do tempo.

O andar mais alto de um empreendimento é, invariavelmente, o mais exposto à radiação solar direta sobre a laje de cobertura. Durante os meses de verão, essa característica transforma o teto em uma superfície de absorção de calor que irradia para o interior do apartamento. Em edifícios sem tecnologias avançadas de isolamento térmico ou coberturas verdes, o morador dessas unidades tende a utilizar aparelhos de ar-condicionado com maior frequência e por períodos prolongados, o que reflete diretamente na conta de energia.

Por outro lado, apartamentos localizados em andares intermediários contam com uma espécie de barreira térmica natural. Eles são protegidos pelo calor que vem do teto pela unidade imediatamente acima e, em muitas configurações, são beneficiados pelo sombreamento projetado pelos vizinhos ou pela própria estrutura do entorno. Esse efeito de "sanduíche" reduz a amplitude térmica interna, permitindo que a temperatura ambiente permaneça mais estável, o que muitas vezes dispensa o uso constante de equipamentos de resfriamento ou aquecimento.

A percepção sobre a conservação do imóvel também muda conforme a altura. Unidades situadas nos pavimentos superiores possuem maior exposição aos ventos e à incidência direta de chuvas e intempéries. Com o passar dos anos, isso exige uma atenção mais frequente com a vedação de esquadrias e a manutenção de fachadas. O desgaste prematuro de componentes expostos a ventos fortes, como vedantes de janelas e itens de varandas, é um ponto de atenção para quem busca evitar reparos constantes.

Já os andares inferiores e intermediários costumam sofrer menos com essa degradação acelerada causada pelas condições climáticas, mas podem enfrentar desafios relacionados à umidade vinda do solo ou de áreas comuns de lazer instaladas nos primeiros pavimentos. Além disso, é importante considerar que o acesso aos andares mais altos depende inteiramente da infraestrutura de elevadores. Em edifícios onde a convenção de condomínio prevê taxas calculadas por frações ideais ou onde a depreciação dos equipamentos de transporte vertical é rateada, o custo de manutenção desses sistemas é um fator que acompanha a valorização do andar, muitas vezes diluído no custo do condomínio independentemente da unidade escolhida.

Para definir qual andar atende melhor às suas necessidades, pondere o equilíbrio entre o clima da região e o seu estilo de uso do imóvel. Se o orçamento mensal para energia elétrica for uma prioridade, andares intermediários oferecem um desempenho térmico passivo mais eficiente, exigindo menos intervenção artificial para manter o conforto. Se a preferência for por uma sensação de privacidade e maior ventilação natural, os andares superiores podem compensar o gasto extra com climatização e manutenção de esquadrias. A escolha deve ser orientada pela sua capacidade de gerir custos variáveis mensais em contraste com a necessidade de conforto térmico imediato dentro de casa.

Como identificar infiltrações superficiais e estruturais na visita ao imóvel

Vale a pena ignorar aquela mancha discreta no teto ou o rodapé levemente escurecido durante a visita técnica ao imóvel? Muitas vezes, o entusiasmo da compra ou a pressão por fechar negócio acabam mascarando sinais claros de patologias que podem custar caro futuramente. Diferenciar o que é apenas um problema de acabamento do que compromete a integridade do prédio é o passo mais importante para quem deseja evitar surpresas após a entrega das chaves.

A principal distinção entre infiltrações superficiais e estruturais reside na origem da água e na extensão do dano. Infiltrações superficiais costumam ser restritas a pontos de vedação, como falhas no rejunte de box, problemas em selantes de janelas ou condensação por falta de ventilação. Elas apresentam características pontuais:

Já as infiltrações estruturais são mais invasivas e exigem atenção redobrada. Elas ocorrem quando a água atinge o núcleo da construção, degradando materiais que sustentam a edificação. Fique atento a estes sinais críticos:

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Não basta olhar; é preciso investigar o contexto. Comece observando as áreas comuns e o entorno, pois infiltrações em apartamentos vizinhos ou na fachada do prédio frequentemente migram para dentro da unidade. Se notar que a mancha na parede da sala coincide com a prumada de um banheiro do andar superior, o problema não é do seu imóvel, mas de uma falha de prumada que exigirá negociação com o condomínio.

Sempre que encontrar um sinal suspeito, questione se ele é persistente. Se o proprietário ou corretor apresentar uma pintura recente no local, desconfie: esconder a mancha não resolve a infiltração, apenas oculta a evidência. Ao sentir a parede ou o teto levemente mais frios ao toque em relação ao restante da superfície, você encontrou um ponto onde a umidade está retida.

Identificar esses problemas precocemente permite que você decida se o imóvel demanda apenas uma manutenção estética simples ou se o custo de reparo estrutural torna a aquisição inviável. Uma inspeção minuciosa transforma uma "pequena mancha" em um dado técnico fundamental para sua tomada de decisão.

Sustentabilidade financeira em condomínios: o impacto das taxas extras na rentabilidade do investidor de locação

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Sustentabilidade financeira em condomínios: o impacto das taxas extras na rentabilidade do investidor de locação

Quem investe em imóveis para locação costuma focar na taxa de ocupação e no valor bruto do aluguel. No entanto, a conta que realmente define o sucesso de longo prazo acontece na linha final do fluxo de caixa, onde as taxas extras de condomínio aparecem como um fator de erosão silenciosa da rentabilidade. Quando o síndico ou a assembleia aprovam rateios inesperados para reformas estruturais ou melhorias estéticas, o investidor percebe, na prática, que o imóvel não é um ativo de renda passiva pura, mas um negócio que exige monitoramento constante.

O peso oculto das decisões condominiais

Um apartamento em um condomínio com gestão ineficiente pode transformar um excelente negócio em um passivo financeiro. Imagine um cenário real: um investidor adquire uma unidade em um prédio antigo com a promessa de uma localização privilegiada. O valor do aluguel é competitivo, mas, subitamente, o condomínio decide realizar a modernização completa da fachada e a troca dos elevadores. Esse tipo de obra, por lei, é de responsabilidade do proprietário, não do inquilino.

Se o investidor não tiver um fundo de reserva específico para essas ocorrências, ele terá que arcar com taxas extras que, em alguns casos, podem consumir até três ou quatro meses de aluguel líquido. Isso altera completamente o cálculo de cap rate (taxa de capitalização) do imóvel. O investidor que ignora o histórico de atas das assembleias antes da compra ignora, por consequência, a saúde financeira do prédio. A falta de um plano de manutenção preventiva é o maior sinal de alerta para quem busca previsibilidade na renda.

Quando a taxa extra se torna um investimento

Não toda cobrança adicional é prejuízo. Existe uma linha tênue entre uma despesa punitiva e um aporte para valorização patrimonial. Se o condomínio investe em painéis solares para reduzir a conta de energia das áreas comuns ou em sistemas de segurança que elevam o valor de mercado das unidades, a taxa extra deve ser vista como um investimento indireto.

A estratégia aqui é analisar o custo de oportunidade. Um imóvel que passa por uma valorização estética ou funcional tende a atrair inquilinos de melhor perfil e permite um reajuste mais agressivo no valor do aluguel futuro. Contudo, essa lógica só se sustenta se o valor investido pelo proprietário for menor do que o ganho de capital projetado no médio prazo. O investidor inteligente é aquele que participa das assembleias, questiona os orçamentos apresentados e exige transparência na escolha dos fornecedores, evitando que o condomínio se torne um dreno de recursos sem retorno real.

Estratégias de proteção para o investidor

Para mitigar o impacto dessas oscilações, a gestão de ativos imobiliários exige disciplina. Alguns pontos devem estar no radar de qualquer investidor:

Análise de atas anteriores: Verificar se as obras são recorrentes ou se foram eventos isolados.

Criação de um “fundo de contingência” próprio: Destinar uma porcentagem do aluguel recebido para cobrir eventuais taxas extras, evitando que o fluxo de caixa pessoal seja atingido.

Negociação do contrato de locação: Embora taxas extraordinárias sejam obrigações do proprietário, a comunicação clara com o inquilino sobre melhorias que beneficiam o conforto do morador pode facilitar a manutenção do contrato mesmo em momentos de reajuste do aluguel.

A rentabilidade real no setor de locação não depende apenas da valorização do metro quadrado. Ela é composta pela soma da estabilidade dos custos fixos e pela capacidade do investidor em gerir o imóvel como uma empresa. Quem trata o condomínio como um custo invisível acaba sendo surpreendido por boletos que corroem a margem. A chave é a antecipação: conhecer os planos do prédio para o próximo ano é tão importante quanto conhecer as tendências de mercado para o bairro. O investidor que assume o controle da gestão condominial, mesmo que de forma remota, protege seu patrimônio contra surpresas e garante que a rentabilidade não seja apenas uma expectativa, mas um dado concreto na planilha.

O conhecimento da área do agente de imobiliária é fundamental

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Você também quer encontrar um agente com um portfólio de negócios saudável. Quanto maior o número de listagens, mais ampla é a rede. É um plus se o site deles também parece atraente. Isso mostra que eles têm a capacidade de usar efetivamente a esfera do marketing digital a seu favor. Este é um elemento importante a ser levado em consideração ao decidir como escolher um corretor de imóveis. Mencione casualmente uma propriedade em sua área que foi comprada ou vendida recentemente e use a resposta deles para avaliar o quanto eles estão em contato com os acontecimentos da região.

Eles não precisam necessariamente ser o agente que negociou a propriedade. No entanto, eles devem ser capazes de lhe dar alguns detalhes sobre ela. Essa é uma pessoa que está no topo do seu jogo e esse é definitivamente o agente que você quer em sua equipe. Entreviste vários agentes – Ao escolher um agente de imobiliária, uma vez e pronto não vai resolver. Você precisará entrevistar pelo menos 3 agentes antes de decidir com quem irá trabalhar.

Algumas das perguntas que você precisa fazer durante o processo de entrevista incluem: Os métodos que eles pretendem usar para ajudar você a encontrar o imóvel ou mercado perfeito. Peça que eles lhe forneçam uma lista de suas vendas recentes, bem como referências que você pode ligar para verificar. Preste atenção à maneira como o agente responde à sua consulta inicial. Este é um indicador perfeito de como você pode esperar que todas as interações futuras sejam. Procure alguém que responda prontamente e com muitas informações.

 

Sabores do manguezal: a influência dos ciclos da maré na gastronomia de Antonina

O charco que margeia Antonina não é apenas uma paisagem de transição entre a terra firme e o oceano; é, na verdade, o relógio biológico que dita o ritmo da mesa local. Enquanto em Curitiba a gastronomia se pauta pela influência europeia e pelo clima ameno, ao descer a Serra do Mar em direção à Baía de Paranaguá, o paladar muda drasticamente. O manguezal define o cardápio, e entender como a maré movimenta a economia e o prato dos antoninenses é a chave para uma experiência autêntica no litoral paranaense. A dinâmica da maré no prato cotidiano A vida em Antonina oscila conforme o nível da água. Durante a maré baixa, quando o lodo fica exposto, inicia-se a busca pelo siri, pelo caranguejo e, principalmente, pela ostra.

Diferente de grandes polos turísticos que importam insumos, a culinária de Antonina é extrativista. Quando a maré sobe, traz consigo os peixes de cardume que buscam abrigo entre as raízes do mangue, e é nesse momento que os pescadores artesanais garantem o frescor do que será servido no almoço. Se você visitar um restaurante tradicional da cidade, perceberá que o cardápio não é estático. Ele flutua. Em épocas de defeso, quando a captura de certas espécies é proibida para garantir a reprodução, o cozinheiro local adapta a receita. É um exercício de criatividade forçado pela natureza, onde o que o mangue oferece naquele dia específico vira a estrela principal.

Provar um pescado frito ou um ensopado em Antonina é, antes de tudo, um ato de respeito ao ciclo da baía. Do mangue à panela: a tradição que resiste A influência do manguezal vai além dos crustáceos. O preparo do barreado, prato que também é símbolo de Morretes, ganha contornos diferentes aqui. Embora a base seja a carne cozida lentamente em panela de barro, o acompanhamento em Antonina frequentemente privilegia o que vem da maré. Existe uma conexão cultural profunda entre o homem, o ecossistema e o fogão a lenha que mantém viva uma técnica de preparo que não admite pressa.

Fazer city tour em Curitiba

O impacto das regulamentações de ruído urbano no valor de locação de unidades voltadas para a rua

O impacto das regulamentações de ruído urbano no valor de locação de unidades voltadas para a rua

Lembro-me claramente de visitar um apartamento no centro da cidade há alguns anos. Era uma unidade impecável, com pé-direito alto, janelas amplas e uma vista privilegiada para uma das avenidas mais movimentadas da região. O proprietário, um senhor entusiasmado com a reforma que tinha acabado de finalizar, descrevia o imóvel como uma “oportunidade única”. No entanto, bastou abrir a janela para uma conversa natural se tornar impossível. O som constante do tráfego, freadas bruscas e buzinas invadia o ambiente de uma forma que anulava todo o charme da decoração.

Aquele imóvel ficou vazio por quase seis meses. Quando finalmente foi alugado, o valor final ficou 20% abaixo do que o dono esperava. Esse não é um caso isolado. O ruído urbano tornou-se um dos fatores mais determinantes na precificação de aluguéis, e as regulamentações que tentam conter esse caos sonoro impactam diretamente o bolso de quem investe ou vive nessas unidades.

Quando o silêncio dita o preço do aluguel

As leis de zoneamento e as restrições de tráfego pesado em áreas residenciais não servem apenas para organizar o trânsito; elas moldam o valor de mercado de um edifício. Quando uma prefeitura decide implementar uma zona de silêncio ou restringir a circulação de caminhões em uma via específica, o imóvel que antes era “barulhento” ganha, da noite para o dia, um novo status.

Para quem busca investir em imóveis para locação, a análise da poluição sonora é quase tão importante quanto a metragem quadrada. Unidades voltadas para a rua que sofrem com o barulho constante são frequentemente evitadas por inquilinos de longo prazo — aqueles que prezam pelo descanso e home office. O resultado é uma alta rotatividade de contratos, o que gera custos com reformas, anúncios e vacância prolongada. Por outro lado, edifícios que implementam barreiras acústicas ou que se beneficiam de ruas com tráfego limitado conseguem manter seus inquilinos por muito mais tempo, garantindo uma renda passiva mais estável.

O papel estratégico da adaptação acústica

Não podemos ignorar que a localização central traz conveniências que muitos inquilinos não abrem mão: proximidade com metrôs, centros comerciais e polos gastronômicos. Então, como contornar o problema do ruído sem perder a rentabilidade? Aqui entra a inteligência imobiliária.

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Vejo muitos corretores e proprietários investindo pesado em interiores, mas negligenciando a vedação. A instalação de janelas antirruído com tecnologia de isolamento acústico é uma das formas mais eficientes de valorizar um imóvel voltado para a rua. É um investimento tangível que o potencial inquilino percebe logo no primeiro minuto da visita.

Vidros duplos ou laminados: Reduzem drasticamente a entrada de sons de baixa frequência.

Vedação de frestas: Pequenas aberturas na estrutura da janela são “portas abertas” para o barulho.

Layout estratégico: Posicionar áreas de maior permanência, como quartos, em pontos do apartamento mais afastados da fachada principal.

A mudança na percepção do inquilino moderno

O perfil de quem aluga hoje mudou. Com o crescimento do modelo de trabalho híbrido, o imóvel deixou de ser apenas um lugar de pernoite para se tornar o ambiente de trabalho principal. Um apartamento que não oferece condições mínimas de conforto acústico perde competitividade instantaneamente, independentemente de quão moderno seja o acabamento interno.

As regulamentações urbanas que limitam o ruído nas cidades estão forçando uma evolução no setor. Imobiliárias que conseguem articular esses benefícios — como a localização privilegiada aliada a um isolamento bem executado — estão conseguindo praticar valores de locação muito mais próximos ao topo da tabela. O mercado de imóveis urbanos deixou de ser apenas sobre “localização, localização e localização”. Agora, a regra de ouro inclui também o silêncio. Quem entende essa dinâmica e antecipa as melhorias necessárias antes que o mercado exija, garante não apenas um inquilino satisfeito, mas a preservação e valorização do seu patrimônio a longo prazo. No final das contas, um imóvel que não deixa a cidade entrar é um imóvel que mantém o seu valor.